RESENHA DE ARTIGO: “O PERFIL DO CONSELHEIRO CRISTÃO: SUAS HABILIDADES INERENTES OU ADQUIRIDAS E SUA DEPENDÊNCIA DO ESPÍRITO SANTO”

 

INTRODUÇÃO

O presente artigo apresenta uma análise de como aqueles que exercem o papel de conselheiros precisam ser treinados, obterem o conhecimento bíblico e a necessidade da dependência do Espírito Santo de Deus para poder ajudar ao público em geral, sabendo que, em muitas ocasiões os mesmos precisam se envolver com o lado pessoal do indivíduo e, nessas situações é abordado as suas lutas e dificuldades particulares.

Fica evidente a razão da compreensão na gestão do tempo, de tal maneira, que se proporcione um ciclo com o indivíduo com muita dedicação, para que a pessoa possa ter condições de prosseguir por si mesma por meio dos direcionamentos corretos.

É exposto que existe alguns pastores e líderes que exercem tal função sem estarem preparados e com a abordagem correta, com isto, um desafio precisa ser lançado, afim de obter um processo de capacitação para a área do aconselhamento cristão.

 

DESENVOLVIMENTO

O Conceito da palavra Conselho no originário hebraico com seus termos e cógnitos, são: sessão, assembleia, julgar, defensor, conselheiro. Inicialmente no Éden, ordenou o Senhor Deus ao homem que este poderia comer qualquer fruto do jardim, mas como um conselho, orienta que o da árvore do conhecimento do bem e do mal, este não deveria comer.

Assim como foi no princípio, no Antigo Testamento pode-se ser citado centenas de vezes onde o homem foi aconselhado, seja para educá-lo, repreendê-lo, ensiná-lo, orientá-lo, adverti-lo ou encorajá-lo, entre estes assuntos pode ser adicionado conselhos para a obediência as leis, como guerrear, como proceder diante de uma situação ou de outra, como fazer isto ou aquilo, como cuidar da saúde, como evitar males para si e para a comunidade; vale destacar alguns personagens bíblicos que exerceram o papel de conselheiro, sendo estes: Moisés, Samuel e os demais juízes, o próprio rei Salomão, os profetas Natã, Elias, Eliseu, Jeremias, Jonas e dentre outros.

Nos escritos do Novo Testamento, este papel é notório na figura do Senhor Jesus Cristo, que é considerado por mestres, professores, escritores, como o maior psicólogo de todos os tempos, surgindo assim muitas literaturas famosas por meio do aconselhamento de suas poderosas palavras.

Aborda-se que no início da igreja primitiva, os apóstolos desempenham essa importante função de aconselhamento, evidenciando nas epístolas bíblicas as problemáticas que deviam ser enfrentadas para o local que era endereçado essa escrita e o método para combater os evidentes ou os ocultos perigos, sendo Paulo um importante conselheiro para as ocasiões citadas.

Todavia, nos dias atuais, existe um risco entre a informação e desinformação que é propagada como um raio, notícias versus fake news, ensinos bíblicos versus deturpação da palavra de Deus, a sociedade está cada vez mais libertina e violenta, onde já não se compra mais alimento e sim produtos alimentícios, o homem adoece, fica temerário, confuso sem perceber e sem Deus, ao qual, acaba cedendo aos caprichos do mundo que lhe causa muitos males, porém cabe a nós cristãos resgatarmos a estes, aliviando as suas dores, seus fardos e suas almas.

Contudo não basta apenas a intensão e a vontade de ajudar, pois poderá as vezes, por falta de conhecimento e discernimento prejudicar ainda mais o aconselhado, diante disto se faz necessário que aquele que desempenha o papel de um conselheiro, esteja realmente apto a exercer essa tarefa, primeiramente este deve ser um cristão fiel as escrituras, ter uma boa compreensão da Bíblia em toda sua essência, ter o caráter de Deus e sua empatia, compaixão, paciência, sensibilidade, amor ao próximo, ser um homem de oração e que seja guiado pelo Espírito Santo.

Tendo todos os atributos necessários, o aconselhado se sentirá seguro em dividir os seus problemas, as suas dúvidas e os seus medos, de modo que, obtenha uma mudança de vida e confesse os seus pecados, para que seja aliviado emocionalmente e espiritualmente, resgatando-o para a salvação.

CONCLUSÃO

O aconselhamento como discutido neste artigo está presente em toda a história da humanidade, entretanto nem todos estão aptos a oferecer ajuda sem antes conhecer as suas prerrogativas. Todo aquele que abraça a causa de aconselhar deve estar ciente das suas limitações pessoais, necessita saber lidar e como conhecer as pessoas, entender a autoridade bíblica e ser estudante da mesma, ter uma vida de oração, ser dependente do Espírito Santo, ter disposição para se doar, demonstrar cuidado, amor e empatia a todo aquele que procura auxílio, e por fim, encaminhar a pessoa para outro tratamento quando fugir de suas capacidades; evidencia-se então a questão do preparo deste conselheiro, sabendo que a Igreja de Cristo é um lugar receptivo para essas situações.

 

ELABORAÇÃO DA RESENHA DESCRITIVA – ALUNOS DO CURSO TEOLÓGICO (CETADI – NÍVEL MÉDIO)

ALAN LIMA

JOSÉ MARIA ROCHA

MÁRCIO ADRIANO ROCHA

MILTON PUPIM

PROFESSOR ORIENTADOR

COOP. REUEL MARCELO

COORD. CETADI – SETOR 18

PR. ADAUTO MATTOS

DIRIGENTE SETORIAL

PR. AGNALDO TORRES

 

ARTIGO CONTEMPLADO – O PERFIL DO CONSELHEIRO CRISTÃO: SUAS HABILIDADES INERENTES OU ADQUIRIDAS E SUA DEPENDÊNCIA DO ESPÍRITO SANTO

Artigo apresentado por ILDA MALENA R. O.
CLOWER: Especialista em Aconselhamento e Gestão
de Pessoas pela Faculdade Teológica Betânia.

 

DOWNLOAD DOS ARQUIVOS:

RESENHA DE ARTIGO – GRUPO 05_ORIENTAÇÃO RMS

O PERFIL DO CONSELHEIRO CRISTÃO – SUAS HABILIDADES INERENTES OU ADQUIRIDAS E SUA DEPENDÊNCIA DO ESPÍRITO SANTO

Glória a Deus!!!!!!!